|
|
|
 |
|
PARA MARCAR CONSULTAS ENTRE EM CONTATO |
|
|
Clínica de Cirurgia na Barra da Tijuca
TEL RJ + 55 21 2431.8574 / 2431.9487 / 2431.8203 |
Clínica de Cirurgia em Botafogo
TEL RJ + 55 21 2539.2064
/ 2246.3251
FAX RJ + 55 21 2226.8357 |
|
|
|
|
|
|
|
|
 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| Cirurgia Metabólica ou Cirurgia do Diabetes |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
 |
|
|
 |
|
 |
|
|
 |
As pessoas obesas desenvolvem uma resistência à insulina, que regula os níveis de açúcar no sangue. No decorrer do tempo, o alto teor de açúcar no sangue resultante, pode causar sérios danos ao organismo. |
 |
|
|
 |
 |
 |
 |
Sinais e Sintomas de Diabetes |
|
 |
|
|
 |
Pessoas com níveis altos ou mal controlados de glicose no sangue
podem apresentar:
• Muita sede;
• Vontade de urinar diversas vezes;
• Perda de peso (mesmo sentindo mais fome e comendo mais do que
o habitual);
• Fome exagerada;
• Visão embaçada;
• Infecções repetidas na pele ou mucosas;
• Machucados que demoram a cicatrizar;
• Fadiga (cansaço inexplicável);
• Dores nas pernas por causa da má circulação.
Em alguns casos não há sintomas. Isto ocorre com maior
freqüência no diabetes tipo 2. Neste caso, a pessoa pode passar
muitos meses, às vezes anos, para descobrir a doença. Os
sintomas muitas vezes são vagos, como formigamento nas mãos e
pés. Portanto, é importante pesquisar diabetes em todas as
pessoas com mais de 40 anos de idade, principalmente se forem
obesas.
O diabetes tipo 1 aparece como resultado de uma destruição das
células beta produtoras de insulina por engano, pois o organismo
acha que são corpos estranhos. Isso é chamado de resposta
auto-imune. Este tipo de reação também ocorre em outras doenças,
como esclerose múltipla, Lupus e doenças da tireóide.
Os pesquisadores não sabem exatamente por que isso acontece. No
diabetes, porém, encontram-se vários fatores que parecem estar
ligados ao diabetes tipo 1. Entre eles incluem-se a genética, os
auto-anticorpos, os vírus, o leite de vaca e os radicais livres
do oxigênio.
Sabe-se que o diabetes do tipo 2 possui um fator hereditário
maior que no tipo 1. Além disso, há uma grande relação com a
obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos
portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os
40 anos.
Uma de suas peculiaridades é a contínua produção de insulina
pelo pâncreas. O problema está na incapacidade de absorção das
células musculares e adiposas. Por muitas razões suas células
não conseguem metabolizar a glicose suficiente da corrente
sangüínea. Esta é uma anomalia chamada de "resistência
insulínica".
O diabetes tipo 2 é cerca de 8 a 10 vezes mais comum que o tipo
1 e pode responder ao tratamento com dieta e exercício físico.
Outras vezes vai necessitar de medicamentos orais e, por fim, a
combinação destes com a insulina.
Principais Sintomas de Diabetes Tipo 2:
• Infecções freqüentes;
• Alteração visual (visão embaçada);
• Dificuldade na cicatrização de feridas;
• Formigamento nos pés;
• Furunculose.
Diferentemente do diabetes tipo 1, neste caso o diabético produz
insulina, só que ela não é totalmente aproveitada pelo
organismo, ocasionando o aumento elevado da glicose no sangue.
Entre as complicações que essa doença pode provocar estão:
• Cegueira;
• Infarto do miocárdio;
• Gangrena;
• Impotência sexual;
• Hipertensão arterial;
• Problemas
cardiovasculares;
• Derrame cerebral;
• entre outros.
Atinge, em
sua maioria pessoas:
• Com mais de 40 anos;
• Obesas;
• E que tenham
parentes de primeiro grau diabéticos.
Pode matar se não for
tratado.
Os sintomas do diabetes tipo 2 às vezes demoram a
aparecer, por isso a importância de se realizar os exames de
rotina para um diagnóstico precoce: "quanto mais cedo for
descoberta, mais eficaz é o tratamento". |
 |
|
|
 |
|
|
 |
As pesquisas mais recentes
mostram que o diabetes é uma doença muito mais complexa do que
se imaginava. Além do pâncreas, outros órgãos estão envolvidos
no controle das taxas de glicose no sangue. |
 |
|
|
 |
 |
1. |
 |
Pâncreas |
|
 |
 |
Até há pouco, acreditava-se
que apenas a insulina, produzida no pâncreas, controlasse os
níveis de glicose no sangue. A deficiência na produção ou na ação desse hormônio leva a um
aumento exagerado da glicemia. Já se sabe que amilina,
enterostatina, glucagon e PP, hormônios produzidos no pâncreas,
estão também associados ao controle da glicemia. |
 |
|
|
 |
 |
2. |
 |
Fígado |
|
 |
 |
O organismo estoca glicose sob a forma de glicogênio,
armazenado no fígado. Quando há uma queda nos níveis de açúcar
no sangue, o pâncreas produz um hormônio que avisa ao fígado que
quebre o glicogênio e libere mais glicose, corrigindo a queda. |
 |
|
|
 |
 |
3. |
 |
Tecido Adiposo |
|
 |
 |
Além da leptina, o hormônio da
saciedade, descobriu-se que as células adiposas produzem mais
outros dois hormônios: a resistina e a adiponectina. O primeiro
exerce ação oposta à da insulina. Já a adiponectina facilita a
ação da insulina, reduzindo o risco de diabetes. Em obesos, a
produção de resistina aumenta e a de adiponectina cai. |
 |
|
|
 |
 |
4. |
 |
Intestino Delgado |
|
 |
 |
Os hormônios mais estudados
são o GLP-1 e o PYY. Eles têm ação no cérebro, aumentando a
sensação de saciedade e diminuindo o apetite.
Durante o processo de absorção dos nutrientes, essas substâncias
sinalizam ao pâncreas para produzir mais insulina, antecipando o
aumento das taxas de açúcar no sangue depois da digestão. |
 |
|
|
 |
 |
5. |
 |
Músculos |
|
 |
 |
Os ácidos graxos produzidos em
excesso pelas células gordurosas são utilizados pelos músculos
como fonte de energia. Dessa forma, sobra glicose na corrente
sanguínea. |
 |
|
|
 |
 |
6. |
 |
Ossos |
|
 |
 |
Até o esqueleto parece
influenciar a forma como o organismo regula a produção de
insulina e controla as taxas de açúcar no sangue. Recentemente
pesquisadores da Universidade Colúmbia, nos Estados Unidos,
descobriram que a osteocalcina, um hormônio produzido pelos
ossos, estimula a produção de insulina. Além disso, manda sinais
às células de gordura para que aumentem sua sensibilidade ao
hormônio. |
 |
|
|
 |
|
|
 |
 |
 |
 |
Hormônios Gastrointestinais com Atividade de Incretina |
|
 |
|
|
 |
 |
 |
 |
GIP (Polipeptídeo Inibidor Gástrico) |
|
 |
 |
Os dados disponíveis até o
momento demonstram que o polipeptídeo insulinotrópico dependente
de glicose (GPI) é o principal hormônio gastrointestinal com
atividade de "incretina" (fator humoral, presente no trato
gastro-intestinal, que potencia a liberação de insulina induzida
pela glicose). Devido a sua ação fisiológica como enterogastroma,
após ter sido isolado e caracterizado foi denominado
polipeptídeo inibidor gástrico (GIP). Posteriormente, por sua
ação insulinotrópica passou a ser chamado de polipeptídeo
insulinotrópico dependente de glicose (GIP). A liberação do GIP
é mediada pelo processo de absorção de nutrientes e pela
insulina circulante. Tais mecanismos, juntamente com a
dependência de glicose constituem importantes meios de se evitar
a hipogliciemia decorrente da potente ação insulinotrópica desse
hormônio. A participação do GIP na etiologia de determinadas
patologias gastrointestinais é, geralmente, de caráter
secundário. Entretanto, a liberação anormal do GIP é responsável
por parte da
sintomatologia de diversos quadros patológicos. |
 |
|
|
 |
 |
 |
 |
GLP-1 (Glucagon-like peptide-1) |
|
 |
 |
O GLP-1 é um hormônio
produzido no intestino, na presença de alimentos. Entre outras
funções, o GLP-1 estimula a produção e a secreção do hormônio
insulina pelo pâncreas. Nos pacientes diabéticos tipo 2 , a
atividade do GLP-1 é insatisfatória, o que reduz as taxas de
insulina e aumenta as de açúcar no sangue – as duas principais
características do diabetes. |
 |
|
|
 |
|
|
 |
 |
 |
 |
Hormônios do Aparelho Digestivo |
|
 |
|
|
 |
Como funcionam os hormônios do aparelho digestivo no organismo sadio e no do diabético. |
 |
|
|
 |
|
 |
 |
 |
1. |
 |
Durante a digestão, quando o
alimento chega ao duodeno, ocorre a liberação de um hormônio da
família das incretinas, o GIP. |
|
 |
 |
 |
2. |
 |
Ao passar pelo íleo, o
alimento deflagra a produção de outra incretina, o GLP-1. |
|
 |
 |
 |
3. |
 |
Os hormônios GIP e GLP-1
estimulam o pâncreas a produzir insulina. |
|
 |
 |
 |
4. |
 |
Ao cair na corrente sanguínea,
a insulina se liga às moléculas de glicose. Obtida a partir dos
alimentos, a glicose é o principal combustível dos mais de 100
trilhões de células do organismo. |
|
 |
 |
 |
5. |
 |
Como uma espécie de chave, a
insulina abre a porta das células para a entrada da glicose. |
|
 |
|
|
 |
|
 |
 |
 |
1. |
 |
O alimento chega ao duodeno e
ativa a produção do hormônio GIP. A doença, porém, compromete
sua ação, e o hormônio não consegue estimular o pâncreas a
secretar insulina. |
|
 |
 |
 |
2. |
 |
O íleo produz uma quantidade
ínfima do hormônio GLP-1. Um diabético sintetiza, em média, um
décimo do volume de GLP-1 produzido por uma pessoa sem a doença. |
|
 |
 |
 |
3. |
 |
Sem os estímulos das
incretinas GIP e GLP-1, o pâncreas tem dificuldade para
sintetizar insulina. |
|
 |
 |
 |
4. |
 |
Com pouca insulina na
circulação sanguínea, nem toda a glicose proveniente da digestão
pode ser transportada para dentro das células. |
|
 |
 |
 |
5. |
 |
O acúmulo de glicose no sangue
caracteriza o diabetes. |
|
 |
|
|
 |
|
|
 |
 |
 |
 |
Como a Cirurgia Metabólica ou Cirurgia do Diabetes pode ajudar a regular os hormônios do aparelho digestivo. |
|
 |
|
|
 |
 |
 |
 |
A Cirurgia de Exclusão do Duodeno |
|
 |
|
|
 |
Para entender exatamente como
funciona a Cirurgia do Diabetes, é preciso relembrar as aulas de
biologia na escola. O intestino delgado é dividido em três
regiões – duodeno, jejuno e íleo. Durante a digestão, depois de
passar pelo estômago, o alimento chega à primeira porção do
intestino delgado, o duodeno. Nesse momento, moléculas de GIP
saem do duodeno e dirigem-se ao pâncreas, para estimular a
secreção de insulina. Quando o alimento chega ao íleo, moléculas
de GLP-1 são imediatamente despachadas para o pâncreas, onde
potencializam a síntese de insulina. A técnica cirúrgica que
será usada facilitará a ação das incretinas, encurtando o
período de digestão dos alimentos.
O duodeno e 40% do jejuno são desviados para a porção inferior
do intestino delgado. Com isso, o alimento chega rapidamente e
menos degradado ao íleo, o que aumenta a produção de GLP-1 e
melhora a função do GIP.
Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio
de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover
a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie
de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de
potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as
taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições,
quando esses níveis tendem a explodir. A descoberta do papel
crucial das incretinas GIP e GLP-1 no controle do diabetes tipo
2 data dos anos 90. Nos diabéticos, a quantidade de GIP é normal
e, não raro, apresenta-se até aumentada. Sozinha, porém, ela não
consegue estimular o pâncreas a produzir insulina. Já em relação
à GLP-1, o diabético padece de sua falta. Um doente tende a
produzir um décimo do volume de GLP-1 secretado por uma pessoa
sadia. A cirurgia entra para corrigir essas falhas e
restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo
e a insulina.
Durante a operação, abrevia-se o caminho entre o estômago e o
intestino. A meta é evitar que o alimento passe pelo duodeno e
pelo jejuno (porção inicial do intestino delgado), jogando-o
diretamente na parte final do órgão, o íleo. Ali ocorre a
produção do hormônio GLP-1, o mais importante componente do
grupo das incretinas, substâncias fabricadas logo após a
alimentação para estimular a produção de insulina.
Descobertas recentes sobre a ação do GLP-1 aumenta a quantidade
e incrementa a eficácia da insulina, retardando a passagem da
comida pelo íleo. Nos diabéticos tipo 2, os níveis dessa
substância são muito baixos. A cirurgia é uma das maneiras de
aumentar a produção do GLP-1 e, conseqüentemente, viabilizar o
controle do diabetes. |
 |
|
|
 |
 |
 |
|
|
 |
Embora a técnica de redução de estômago para o controle de
diabetes tipo 2 em pacientes com IMC menor que 30 seja inédito
não reduz o tamanho do estômago.
Para ser aplicado em pessoas menos gordas, o método sofreu
modificações. Em vez de reduzir o tamanho do estômago, como
ocorre no caso dos obesos mórbidos, os médicos encurtam o
trajeto entre o órgão e o intestino. A cirurgia aumenta a
produção das incretinas no organismo, o que diminui a fome.
Quando o diabetes responde mal ao tratamento clássico (remédios
e insulina), com o tempo, a enfermidade descontrolada pode levar
a sérias complicações. O novo método cirúrgico melhora ou, em
alguns casos pesquisados, até reverte o problema, o que faz com
que o paciente leve uma vida normal.
Descrição
• Em pessoas com Obesidade Mórbida o grampeamento é utilizado para
criar uma pequena bolsa na parte superior do estômago que
restringe a quantidade de alimento capaz de ser consumido;
• Uma parte do intestino delgado é desviada retardando a mistura
do alimento com os sucos digestivos para evitar a absorção
calórica completa.
Resultados
• Média de 77% da perda do excesso
de peso um ano após a cirurgia;
• Os estudos mostram que após 10 a 14 anos, os pacientes
mantiveram 60% da perda do excesso de peso;
• Estudo do ano 2000 mostrou que 96% de certas co-morbidades,
tais como dor nas costas, apnéia do sono, aumento de pressão
sanguínea, diabetes tipo II e de pressão diminuíram ou foram
curadas;
• Em muitos casos, os pacientes relataram uma sensação precoce
de saciedade combinada com uma sensação de satisfação, que reduz
a vontade de comer.
Riscos
Enquanto as principais cirurgias
acarretam um certo nível de risco, os riscos e as considerações
a seguir são específicos para este procedimento:
• Baixa absorção de ferro e cálcio;
• Anemia crônica devido a deficiência de vitamina B12;
• Ocorrência de Síndrome de Dumping quando consome-se muito
açúcar ou grandes quantidades de comida;
• Dilatação da bolsa gástrica;
• A parte desviada do estômago, duodeno e segmentos do intestino
delgado não podem ser facilmente visualizadas usando Raio X ou
endoscopia. |
 |
|
|
 |
|
|
 |
Fonte das Informações: |
 |
|
|
 |
Clínica de Cirurgia da Obesidade e Aparelho Digestivo |
 |
|
|
 |
|
|
 |
|
|
 |
Galeria |
 |
|
|
 |
 |
 |
|
|
 |
Fernando Botero |
 |
|
|
 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Clínica de
Cirurgia da Obesidade na Barra da Tijuca
Centro Empresarial
BarraShopping
Av. das Américas, 4200 - Ed. Miami -
Bloco "7A" Salas 210 /
211
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
TEL RJ + 55 21 2431.8574 / 2431.9487
/ 2431.8203 |
|
Clínica de Cirurgia da Obesidade em Botafogo
Centro Médico Barão de Lucena
Rua Barão de Lucena, 48 Grupo 4
Botafogo - Rio de Janeiro - RJ
TEL RJ + 55 21 2539.2064
/ 2246.3251
FAX RJ + 55 21 2226.8357 |
|
|
|
|
|
|
|
 |
Resolução mínima de 800x600 © Copyright 2004
- 2008 Clínica Cirúrgica e Videolaparoscópica Ltda. Todos os direitos reservados. |
|
|
|